No início de 2018, o governo da Polinésia Francesa revelou planos de construir a primeira cidade flutuante do mundo com receio de perder até 2/3 de seu território devido ao aquecimento global que está aumentando o nível dos oceanos.

Aparentemente, tais planos vão sair do papel, e pela mão da Blue Frontiers, startup de Singapura. A empresa espera que o projeto, que custará cerca de 60 milhões de dólares e será construído no lado sul da principal ilha do Taiti, fique pronto até 2020.

De acordo com Joe Quirk, presidente do Seasteading Institute, uma ONG de São Francisco que é a força motriz da Blue Frontiers, a cidade flutuante servirá como “vitrine” para as tecnologias inovadoras que serão utilizadas.

Ele afirmou ainda que espera poder um dia construir os mesmos modelos de cidades em diferentes partes do mundo.

O projeto indica que a cidade flutuante do Taiti será construída a 1.000 metros da costa, atingido aproximadamente 30 metros de profundidade. Serão necessárias pelo menos 200-300 pessoas vivendo e trabalhando nas 12 plataformas flutuantes planejadas, cada qual do tamanho da área principal de um campo de basebol e que serão conectadas por passarelas de até 697 m².

“Vamos ter bangalôs, apartamentos, instituições de pesquisa, um restaurante subaquático. Será uma atração turística por direito próprio e uma vitrine para as sociedades sustentáveis”, disse Quirk.

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