Em 1999, algumas das mentes mais brilhantes da física decidiram testar a famosa Teoria da Relatividade de Albert Einstein. Mas eles optaram por testá-la de uma das maneiras mais aparentemente chatas e tediosas possíveis. E pelo título já dá para saber o porque.

Os pesquisadores responsáveis por este estudo são do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), em Boulder, Colorado, e eles pegaram 12 dos relógios mais precisos do mundo e os observaram por 14 anos.

No total, a equipe documentou mais de 450 milhões de segundos. E o trabalho parecia valer a pena. O líder da equipe Bijunath Patla e os outros pesquisadores realizaram com sucesso o teste mais preciso do mundo sobre um princípio fundamental da famosa teoria de Einstein.

Einstein viu a Terra como um elevador em queda livre, explicou a equipe do NIST em um comunicado à imprensa. Ele teorizou que os objetos encontrados em um elevador tão lento se acelerariam na mesma velocidade quase como se estivessem em um campo gravitacional uniforme.

E foram esses pensamentos que os pesquisadores testaram. O estudo do NIST possibilita melhorias contínuas em relógios atômicos usando os melhores relógios atômicos existentes. O NIST comparou os dados de dois estilos diferentes de relógios atômicos encontrados em todo o mundo para mostrar que eles permaneceram em sincronia por 14 anos – apesar da atração gravitacional do “elevador” ter mudado com a rotação e a órbita da Terra.

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