Viajar no tempo é algo sonhado por todos nós. Em geral, quando pensamos sobre isso é algo ligado a ficção científica. Mas o que poucas pessoas sabem é que a viagem no tempo também pode ser matemática. De acordo com diversas teorias, esse fenômeno é possível.

Teorias

Desde o tempo de Isaac Newton, sabemos que a massa é indissociavelmente relacionada com a gravidade. Graças à maçã que caiu em sua cabeça, o físico analisou a possibilidade de uma força de atração. Com isso, foi possível descobrir da gravidade. Einstein foi além com a Teoria Geral da Relatividade, no século 20. Ele mostrou que massa e gravidade se envolvem com o tempo.

Até o momento em que ele criou um artigo sobre o tema, poucas pessoas tinham pensado sobre a velocidade da luz. Os cientistas da época não percebiam a diferença entre as ondas e luz e as ondas de água e som, por exemplo. Porém Einstein, mostrou que o tempo desacelera para quem estiver se movendo. De acordo com sua teoria, caso você queira viajar no tempo, basta se mover rapidamente.

Onde estamos?

Imagine voltar aos anos 2000, por exemplo. Você está programado para se ausentar até 2032, mas estará viajando a 95% da velocidade da luz (cerca de 285.000 km por segundo). O grande diferencial é que quando você voltar estará no ano de 2010, de acordo com o calendário. Essa é a mudança do tempo. Ela pode funcionar em velocidades mais lentas, de uma forma menos profunda.

Porém, 285.000 km por segundo é muito veloz. Para se ter ideia, a nossa melhor nave espacial viaja a 10 km por segundo e o carro mais veloz não chega nem a 1 km por segundo. E mesmo se pudéssemos alcançar essa velocidade, não se pode afirmar que sobreviveríamos ao estresse que essa mudança causaria em nosso corpo.

Construindo uma máquina do tempo

Viajar para o passado é uma tarefa mais simples, porém você precisa construir primeiro uma máquina do tempo. Para isso, o professor Frank Tipler publicou um artigo em 1974, sobre como realizar essa construção.

O primeiro passo é juntar muito dinheiro e comprar um cilindro de 100 km de comprimento. Além disso, ele precisa ter a massa do Sol de forma condensada. O próximo passo é girá-lo cada vez mais rápido até que a velocidade perturbe o tecido do espaço e do tempo. Quanto mais você seguir a rotação, mais para trás o tempo se move. Para voltar ao normal, é preciso afastar-se do cilindro e chegar ao presente. Mas tome cuidado: chegar próximo de uma estrutura como essa poderia ocasionar grandes perigos.

Para que você possa entender melhor, indico esse documentário da Discovery Chanel:

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