Concluindo esta série de comentários sobre o que são boas práticas em engenharia, não poderíamos deixar de citar que sempre que estivermos atuando em nossa arte e ciência, necessitamos de fato:

Termos um espírito aberto e sociável. Afinal, não estamos sozinhos, e então devemos colaborar e receber colaboração; e não é porque tivemos a oportunidade de nos aperfeiçoar e tornar-nos engenheiros que podemos admitir que vamos trabalhar sozinhos e que detemos todos os conhecimentos (aliás, com o crescimento contínuo da tecnologia, isto é impossível…). Assim, todos os que trabalham conosco, mesmo como subordinados, possuem experiências e conhecimentos geralmente muito bons, e precisamos nos abrir para compartilhar todo este mundo de experiência e conhecimento… Se fizermos isto, ficaremos surpresos de ver como tudo fica mais fácil…

Estarmos aptos e preparados para trabalhar em equipes multidisciplinares – em um mundo globalizado, e com nossos projetos e ações em engenharia cada vez mais complexos e dependentes de outras áreas de conhecimento, é fundamental que estejamos prontos para trabalhar em conjunto com vários outros profissionais, muitas vezes com formação e cultura diferentes da nossa. Isto é muito bom, se estivermos abertos a esta colaboração: vamos aprender muito, e teremos grandes chances de aumentar nosso espírito criativo e nosso acervo de conhecimentos.

Toda inovação, conforme já comentamos, gera reações, bem como críticas, e isto é normal. Daí também temos que desenvolver nossa capacidade de trocar e aceitar novas ideias. Não somos donos da verdade, e aprender com as críticas é muito salutar. Às vezes, não é fácil, mas saber ouvir e dialogar é fundamental para um bom profissional em engenharia – ele poderá colaborar e crescer muito em sua atuação.

É, os “bitolados” e donos de certezas imutáveis podem ter problemas neste mercado de trabalho atual…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.