Lembra-se do problema que estávamos tentando solucionar? Só para relembrar, é ele:

Como podemos aumentar o interesse e participação dos alunos nos exercícios, utilizando smart-phones? 

Depois de bem definido o problema, passou-se à montagem do grupo de trabalho, conforme sugerido nas edições anteriores.

Ele foi constituído de três alunos de graduação em engenharia (que também trabalham como monitores em uma faculdade de engenharia, em empresas “start up”, etc.), dois funcionários técnico administrativos da mesma faculdade (um com formação em engenharia e outro em administração de empresas, mas trabalhando em departamentos diferentes), uma bolsista formada em jornalismo, e um professor de faculdade. Procurou-se, assim como indicado, alguma diversidade no grupo.

professor mario augusto

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Em uma reunião que durou aproximadamente três horas, foi realizada a fase de inspiração, baseada na observação de fotografias de modernos ambientes escolares e de trabalho, de jovens interagindo entre si, etc.

Após esta atividade, que utilizou “ferramental” de apoio apropriado, iniciou-se a fase de ideação, na qual se procurou a consolidação da observação dos participantes, feita primeiro individualmente, e depois em dois grupos.

Estabelecidos padrões de comportamento, pelo exercício de “observação” (no caso, pela visualização atenta das fotografias…) já foi possível passar-se à fase de obtenção de insights, que, como já foi citado, são as interpretações ou explicações para o comportamento e as ações observadas.

Finalmente, após a discussão destes insights, duas ideias tomaram vulto e foram achadas como relevantes, mesmo que ainda apenas em forma de “conceito”, o que é natural nesta fase.

Estas ideias/conceito serão mostradas e trabalhadas nas próximas edições. Até lá, então…

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