Recentemente, tive a oportunidade de ler duas frases que me fizeram refletir, e muito… São elas:

  • De Alain de Botton (escritor suíço, escritor e produtor, famoso por popularizar a filosofia e divulgar seu uso na vida quotidiana): “Qualquer um que não tenha vergonha de quem eles eram no ano passado provavelmente não está aprendendo o suficiente”.
  • De Zig Ziglar (escritor americano, homem de negócios, e palestrante motivacional): “Sua opinião determina sua perspectiva. Sua visão determina sua saída e sua saída determina seu futuro”.

A frase de Alain, para nós engenheiros, me parece muito importante. Não se trata apenas, ou somente, de ter vergonha do que éramos no ano passado… O constrangimento que pode existir é de que, no ambiente tecnológico no qual vivemos e trabalhamos, o que aprendemos de novo desde o ano passado? Evoluímos, tentamos nos atualizar, frequentamos algum curso novo, fomos a algum congresso, lemos novos livros, etc.? Tivemos curiosidade de explorar novos caminhos?

Afinal, reparamos que tudo na natureza (e fazemos parte dela), está em crescente movimento: as nuvens crescem e deságuam em chuvas que irrigam o solo; as plantas crescem e dão fruto; nós e os outros animais nos reproduzimos e criamos outras sementes de futuro – e assim por diante! Enfim, se não estivermos procurando um modo de nos nutrirmos de coisas novas, estaremos parados ou mesmo indo para trás… E gostaria de citar também nesta conversa que o ambiente de nutrição adequado não se limita ao campo tecnológico; muito ao contrário, embora este seja fundamental, há necessidade também de nos nutrirmos de cultura geral, de algo de outras áreas de conhecimento, de ambientes desafiadores, de mudanças de rotina, e assim por diante – e aqui posso afirmar que nós, engenheiros, muitas vezes nos descuidamos destes setores, limitando-nos apenas à atualização tecnológica…

Já a frase de Zig Ziglar me parece estar ligada à anterior, no sentido de que só podemos formar opiniões bem consolidadas e atuais se tivermos nutrição de novos ambientes e conhecimentos.  E aí poderemos, com certeza, desenvolver perspectivas modernas, atuais, inovadoras, e então ter visões de futuro bem adequadas. 

E se formos para frente e colocarmos em marcha esta visões, nosso futuro estará bem assegurado neste mundo que evolui tão rapidamente, e então poderemos prestar nossos serviços de engenharia com alta qualidade e modernidade!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.