Inovar definitivamente não é fácil… São caminhos, descaminhos, dúvidas, alegrias, sucessos, fracassos, tristezas e alegrias. Mas, no final de tudo, uma grande satisfação em estar pensando criativamente, e, quem sabe, chegar a uma boa e rentável ideia. Se não der, paciência; vamos em frente! Há todo um mundo de coisas novas a fazer!

Eu, por exemplo, fico com dúvidas a respeito das duas soluções que propus para atendimento à “prioridade à saúde”, tendência que escolhemos para um exemplo de criação de uma inovação bem legal… Minhas dúvidas são baseadas no fato de que os donos de supermercados e lojas de departamento gostam que seus clientes passeiem por suas dependências – quem sabe veem e gostam de algo que não estava previsto e então o compram? Então, temos um problema, que devemos discutir com amigos do ramo, que nos poderão sugerir saídas para o mesmo, ou aplicações similares que sejam convenientes aos seus negócios, ou em negócios parecidos…

E também podemos utilizar a boa vontade de nossos amigos, ou nossa equipe, para dar opiniões sobre nossas ideias sobre quatro aspectos importantes, que nos ajudarão a conferir se as ideias propostas são válidas, qual é a melhor, e até o que melhorar em cada uma delas…

Os quatro aspectos são:

  1. A necessidade do consumidor, ou seja, a probabilidade de aceitação pelos consumidores, e os benefícios únicos que o produto pode lhes oferecer, ou seja, a vantagem competitiva.
  2. A viabilidade comercial, ou seja, a probabilidade de aceitação pelos consumidores, e a probabilidade de crescimento do mercado.
  3. A viabilidade econômica, ou seja, o investimento total que faremos em pesquisa e desenvolvimento do produto, marketing, produção, etc., bem como o retorno que desejamos para este investimento.
  4. A viabilidade técnica, ou seja, o nosso potencial técnico para o desenvolvimento da ideia, o aproveitamento das competências que já possuo ou que pretendo contratar, e o tempo de desenvolvimento e introdução no produto no mercado.

Estes são pontos importantes que já nos permitirão entrar nos aspectos mais práticos de comercialização de nossa ideia, ou seja, para sua “saída do papel”.

No próximo “Engenharia em Pauta” vamos trabalhar com isto? Até lá…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.