Nas sugestões para que possamos encarar e ter sucesso no mercado de trabalho na “Era da Informação”, ainda há várias proposições que poderiam ser feitas… Mas temos certeza de que já foi possível perceber o “espírito da coisa”, a forma geral de atuação, que é baseada principalmente em compartilhamento de informações, aprendizado contínuo, estabelecimento de relações “ganha-ganha”, e eficácia no trabalho…

Então, podemos concluir esta série, apenas reafirmando que as informações, que nos trazem o conhecimento tão necessário para que se faça um bom trabalho, aí estão, disponíveis e em abundância, praticamente de graça, na Web; e nunca se deu tanto valor ao conhecimento, que se tornou o principal ativo da moderna empresa. Que bom!  Pois é, será a nossa capacidade de criar e pensar que nos fará ter sucesso e progredir nesta nova era.

E para terminar estas reflexões, permita-me citar textualmente o lindo texto de Walter Isaacson, no final de seu excelente livro “os Inovadores – uma biografia da revolução digital” (1):

A próxima fase da Revolução Digital trará uma verdadeira fusão da tecnologia com indústrias criativas como a mídia, a moda, a música, o entretenimento, a educação, a literatura e as artes. Até agora, boa parte da inovação consistiu em despejar vinho velho – livros, jornais, editoriais, diários, músicas, programas de TV, filmes – em novas garrafas digitais. Mas a interação entre a tecnologia e as artes resultará, por fim, em formas de expressão e formatos de mídia totalmente novos.

Essa inovação virá de pessoas capazes de associar beleza com engenharia, humanidades com tecnologia, poesia com processadores. Em outras palavras, virá dos herdeiros espirituais de Ada Lovelace, criadores capazes de florescer onde a arte se cruza com a ciência, dotados de uma rebelde faculdade de se maravilhar que lhe permite ver a beleza de ambas.” 

Dá para pensar, não? Sucesso na nova era!

Referência:

  • ISAACSON, W. Os Inovadores- Uma biografia da revolução digital. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 574 p.

Nota: Ada Augusta King, Condessa de Lovelace (18151852), filha do poeta Lorde Byron, atualmente conhecida como Ada Lovelace, matemática e escritora inglesa. É considerada como precursora da moderna computação, por ter desenvolvido o primeiro algoritmo a ser processado pelo por um dos primórdios dos computadores, a Máquina Analítica de Charles Babbage. Além disto, desenvolveu com Babbage uma série de trabalhos de grande importância para o desenvolvimento da moderna computação.

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.