Não só é possível, mas fortemente desejável! Uma empresa ou instituição na qual seus colaboradores são empreendedores conta com uma força de trabalho inestimável.  Isto porque a liderança conseguiu com que todos comprassem o “sonho” da empresa ou instituição, passando-o a considera-lo como o seu próprio sonho, curtindo-o e procurando a sua realização a cada momento… Muito legal e produtivo para todos! 

Para tal, é preciso tornar os colaboradores intraempreendedores. Tal processo começa na sua admissão, na verificação dos reais motivos pelo qual o candidato deseja trabalhar na empresa ou instituição; e também se tem alguma experiência empreendedora, ou atitudes que se prestem a desenvolver tal experiência. Passa também, naturalmente, por certa rotatividade inicial ao montar-se uma equipe intraempreendedora, pois ao longo do tempo, alguns não serão capazes de acompanhar o ritmo que esta equipe desenvolve no trabalho. Ou mesmo não gostarão do ambiente empreendedor – acontece…

Mas, tudo está nas mãos do líder da equipe… Este deverá possuir características de grande empatia e vibração, personalizando assim o “sonho” da empresa ou instituição; deve ser criativo, e aberto a novas ideias. 

Deve também ser capaz de “olhar pela janela do mundo” e perceber mudanças, para, junto com sua equipe, conhecer novos modos de pensar. Deve ter um bom “networking” e operá-lo, principalmente com líderes de mesmo teor e vocação. A sua postura deve estar sempre alinhada às possibilidades que a inovação lhe oferece. Deve também estar atento à novas tecnologias, e às oportunidades que mercados emergentes (lembre-se, tudo está mudando…) lhe oferecem. E principalmente, ocupar-se de seus colaboradores, fazendo-os evoluir na carreira e dando-lhes oportunidades de exercer ao máximo suas vocações e seu potencial.

Pessoalmente, deve ter total conhecimento e domínio no seu campo de trabalho. Deve saber ouvir (não apenas “escutar”…), respeitar as questões que sempre lhe serão apresentadas, bem como ter estabilidade emocional para sanar eventuais crises, pois, afinal de contas somos humanos… 

Com tantos “deveres”, pode parecer difícil alcançar este tipo de liderança. Mas não é, conheço pessoalmente várias empresas que contam com líderes que possuem, em maior ou menor grau, tais qualidades, e pude constatar seu grande sucesso.

Enfim, acho que tudo se resume em ser um líder “humano”…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.