Pois é… Uma análise de viabilidade econômica e financeira deve estar sempre na mente de quem está atuando em engenharia – deve ser o “Pano de Fundo” que acompanha a preparação de um projeto. Mas por quê? Vamos por partes…

Em primeiro lugar, esta análise é a ferramenta apropriada capaz de nos dizer se um novo processo, produto ou serviço será lucrativo, através da realização de projeções que poderão mostrar o verdadeiro potencial econômico/financeiro da ação de engenharia, definindo então se ela deverá ir em frente ou não. E isto é fundamental, não? Afinal, ninguém, nem você nem sua empresa, quer perder tempo e dinheiro…

Em segundo lugar, esta análise leva primordialmente em conta fatores muito importantes, tais como:

·         O grau de aceitação dos clientes: feita por uma conveniente análise do mercado no qual a ação de engenharia ou projeto será realizada ou implantada, proporcionará uma razoável previsão da receita obtida;

·         A análise financeira bem detalhada dos investimentos necessários para a viabilização da ação de engenharia ou colocação do produto no mercado;

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·         E, através de indicadores convenientes, de uso bem consagrado, verificar-se a viabilidade em termos de retorno do investimento, risco, e lucratividade.

É, já vimos bons profissionais ou mesmo empresas “afundarem” por não terem desenvolvido esta capacidade de, mesmo durante o projeto, estarem pensando:

·         Nossos possíveis clientes, onde estarão? Gostarão e aceitarão o produto ou serviço? Pagarão por ele, no preço que tenho que aplicar?

·         Quanto gastarei para desenvolver este projeto e colocá-no mercado? Tenho estes recursos, ou possibilidade de obtê-los?

·         Valerão a pena os riscos que terei, tendo em vista o investimento necessário e o retorno esperado?

·         Vale a pena ir em frente, então?

Na realidade, é simples assim… E porque não pensar assim daqui para frente, além do natural envolvimento com os aspectos técnicos? Vai seguramente melhorar sua “engenharia”!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.