Estamos vivendo o tempo do Natal, que antecede as festas de final de ano – ambos, bons momentos para reflexão sobre o ano que passou, parece que tão rapidamente, e para elaboração ou reafirmação de novos sonhos e objetivos! Que época bonita!

E sempre estamos conversando sobre o que move o empreendedor, que são seus sonhos. E, se pararmos para pensar, tudo na vida é empreendimento… Desde a criação de seu próprio negócio, passando por uma grande dedicação à sua carreira ou emprego, até a vivência com a família ou círculos sociais… Tudo bem!

No entanto, por trás do sucesso de qualquer empreendimento, está a paixão que nos move em relação a ele. Então, fiquei curioso em ver o que realmente significa “paixão”… Do dicionário (https://www.dicio.com.br/paixao/), constatei que este substantivo feminino, dentre vários outros significados, possui os seguintes:

“Sentimento intenso que possui a capacidade de alterar o comportamento, o pensamento, etc.; excesso de entusiasmo; emoção.”

Que bonito! E é aí que eu queria chegar, considerando o empreendedor e seu sonho. Estabelecido por ele qual é o seu sonho, e tendo-o bem refletido e pesado, o empreendedor desenvolve um forte sentimento sobre ele, e aí ele se emociona, seus olhos brilham, seu entusiasmo contagia, e seu comportamento e atitudes vão convergir diretamente para a sua realização. E aí não existirão obstáculos que não possam ser eliminados ou contornados, e caminhos novos que não possam ser trilhados! Tenho certeza de que você, prezado eleito, prezada leitora, conhece casos assim…

Legal, mas temos paradigmas que podem obstruir a possibilidade de enxergarmos com clareza nossos sonhos, e temos que ter cuidado com eles… Nosso sistema escolar, de modo bem geral (porque existem raras exceções…), nosso ambiente familiar e social, nossa visão do que é o sucesso, o estilo de nossa vida em uma sociedade geralmente individualista e consumista, podem ser freios para a percepção dos sonhos. Perigo à vista! Quero realmente ter um emprego ou seguir uma carreira pública (o que mais se ouve os corredores universitários…), quero realmente ser um profissional autônomo de uma das carreiras já estabelecidas desde o tempo passado? Quero mesmo seguir a carreira ou profissão de meus pais? Ou quero seguir o meu próprio caminho, com todos os riscos e incertezas que ele pode trazer? Enfim, quero me apaixonar pelo meu sonho, seguir minha vocação?

E em tempos nos quais a revolução trazida pela Quarta Revolução Industrial, com o advento cada vez mais rápido da robótica, da inteligência artificial, e das novas tecnologias desruptivas vai seguramente eliminar empregos até agora tradicionais e criar outros, com grande necessidade de qualificação, quantas oportunidades se abrem para novos sonhos! 

E aí, prezado leitor, prezada leitora, desejo a você que neste final de ano reflita bem sobre tudo isto, e siga em frente com seus sonhos! 

Felicidades com eles!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.