Temos conversado, neste espaço, sobre o rápido advento de novas e fantásticas tecnologias, e da influência que as mesmas começam a ter na sociedade, de modo cada vez mais significativo e marcante. 

De fato, basta observar o noticiário televisivo e virtual, bem como o de bons periódicos, e já é possível constatar que elas estão chegando para valer. Robôs já sendo utilizados normalmente, mesmo em pequenas empresas, moedas virtuais firmando-se no mercado financeiro, drones automáticos transportando pessoas, nítida mudança no comportamento dos jovens, etc.

E tenho conversado com muitas pessoas, e participado de atividades que, de certo modo, necessitariam de maiores conhecimentos sobre a mais do que provável influência desta “onda”, ou mesmo “tsunami”, que a “Era da Informação” está trazendo…

Tudo isto me trouxe à mente a fábula da rã, que, colocada em uma panela de água fria, até gostou – só que a panela estava sendo aquecida em fogo bem lento… Gostou mais ainda quando esta panela foi se aquecendo, bem lentamente – afinal, a água estava ficando mais gostosa do que a do lago no qual ela morava. Gostou tanto que ficou com preguiça e até quis dormir, sentindo-se cansada pelo ambiente tão agradável no qual estava mergulhada… No entanto, a água continuou a ser aquecida, e aí ela achou bem ruim. Pensou em sair, mas estava difícil, ela estava tão fraca, não entendia porque aquele “lago” estava ficando tão quente… E não conseguiu! E aí morreu cozida…

E aí eu fico me perguntando se o mesmo não pode ocorrer conosco, engenheiros, outros profissionais, e mesmo as empresas. Fomos nos acostumando com a temperatura da água de nosso modo de viver em nossa sociedade – tudo bem, está tudo em ordem… Afinal, da Revolução Industrial até agora, as coisas foram acontecendo de um modo mais ou menos lento, e aí fomos nos acostumando, só de vez em quando percebendo que a “água está se aquecendo”.

Só que agora as coisas estão começando a acontecer de modo bem mais rápido. A boa notícia é que ainda dá tempo para pularmos da panela, antes de sermos cozidos…

E aí me permitam citar o final da metáfora da rã, que achei genial e que busquei em: https://metaforas.com.br/2013-06-22/a-ra-que-nao-sabia-que-estava-sendo-cozida.htm            (Olivier Clerc – acessada em 24 de agosto de 2018) 

 “As previsões para nosso futuro, em vez de despertarem reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser a de preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás dramáticas.

O martelar contínuo de informações da mídia satura os cérebros que não podem distinguir mais as coisas…

Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, era para um amanhã. Agora, é para hoje!!!

Consciência ou cozido, precisa escolher!

Então… Se você não está, como a rã, já meio cozido, dê um golpe de pernas, antes que seja muito tarde.

NÓS JÁ ESTAMOS MEIO COZIDOS? OU NÃO?”

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.