Por que “O Engenheiro e o Futuro”? Pensem bem: o futuro está, em boa parte, em nossas mãos, já que nós, engenheiros, temos o potencial  de criar cada vez mais coisas maravilhosas… É, mas é um bom exercício pensarmos no que virá por aí, não só para nos atualizarmos, como também para canalizarmos nossos esforços em inovar produtivamente…

E na realidade, como seres humanos, temos uma necessidade constante de estar procurando antecipar o futuro. Aliás, especular sobre os acontecimentos futuros é algo que preocupa a humanidade desde seu início… Nas sociedades que nos antecederam, sempre estavam presentes magos, adivinhos e xamãs… E atualmente? A cada mudança de ano, quantas previsões… E os horóscopos, consultados diariamente por milhões de pessoas?

No entanto, verificar o futuro com exatidão ou mesmo com alguma certeza, não nos é possível… E, segundo um provérbio árabe, “aquele que prevê o futuro mente mesmo quando fala a verdade.”.

Mas “prospectá-lo”, estudá-lo cientificamente, com ferramentas adequadas, é possível e conveniente, e está dentro de nossas possibilidades. Prospectar o futuro não é prevê-lo, mas sim tentar, com a utilização de ferramentas adequadas, antecipar futuros possíveis. Assim, pode ser possível moldar o futuro, ou mesmo “criá-lo”…

E quantas vezes deixamos de prospectar o futuro! Será que não seria por isto que atualmente temos problemas que, se antes eram insignificantes, hoje exigem soluções urgentes? A poluição, por exemplo…

Outro exemplo, bem atual: a utilização indiscriminada das redes sociais está realmente mudando o mundo, segundo renomados autores estão nos avisando… Estamos prospectando o futuro a respeito disto? Por exemplo: como será a educação nos tempos futuros? E o comportamento social? Ou as relações entre as nações? São tantas as questões, problemas e mesmo soluções que podem advir desta utilização indiscriminada… Temos que pensar nelas desde já…

Vamos pensar um pouco nisto nos próximos “Engenharia em Pauta”?

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos! xD

Deixe-nos a sua opinião aqui nos comentários.

Compartilhe:
Publicação anteriorPrincipia volume 1 de Isaac Newton: um livro que todo engenheiro deveria ler
Próxima publicaçãoConceito de parede térmica promete aposentar ar-condicionado
É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.