São muito interessantes, desafiadoras (e mesmo preocupantes), duas afirmativas de peso: a primeira, de Stephen Hawking, de que a inteligência artificial pode provocar a extinção da humanidade; a segunda, de Ray Kurzweil (1948 – … – inventor e futurista americano), que nos diz que o século XXI vai ter mil vezes o progresso que conseguimos no século XX. E como já progredimos no século XX…

Vamos conversar um pouco sobre isto? Na afirmativa de Stephen King, pesa muito a palavra “pode”… Há potencial para tal extinção, como no advento da energia atômica. No caso do progresso atual e futuro, com as novas tecnologias desenvolvendo-se a uma velocidade sempre crescente, muitas oportunidades de extinção podem aparecer. Aliás, este tema foi muito trabalhado no filme “O Exterminador do Futuro” (1984), com o desenvolvimento do Skynet”, um supercomputador destinado à rede de defesa americana, mas que foge de controle e ameaça toda a humanidade, chegando quase a extingui-la… A tecnologia atual já permite situações com essa, ou permitirá em breve, embora estejam sendo criados protocolos de proteção muito “bem bolados” e provavelmente eficazes.

A afirmativa de Ray Kurzweil, sobre o progresso “galopante” do século XXI, já pode ser constatado claramente se lermos as entrelinhas dos noticiários: carros autônomos, drones com várias funções autônomas, sistemas de IA (Inteligência Artificial) reproduzindo- se por si mesmos e aprendendo também de modo autônomo, impressoras 3D construindo casas em quarenta e oito horas, etc., etc.

Então, nós, engenheiros, que desenvolvemos tudo isto, em conjunto com nossos colegas de outras especialidades, temos muito a fazer para que não tenhamos que, no futuro, enviar um exterminador, com a finalidade de bloquear o progresso atual.

Para tal, é agir com ética e incorporar aos nossos projetos toda uma visão dos efeitos que nossas tecnologias poderão ter ao longo do tempo, até um futuro razoavelmente previsível; e criar em paralelo meios de nos defender, como o pessoal da IA está já fazendo…

Um grande e tranquilo futuro para todos nós!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.