Estamos juntos pensando em algo inovador para, se possível, entrarmos no mercado de atendimento à saúde, que parece ser promissor; ou, se já estamos trabalhando em uma empresa do setor, estamos tentando lançar algo novo e promissor, que aumente o portfólio da empresa…

Olhando para a separação do problema principal, que foi feita no “Engenharia em Pauta” anterior (tendência 19: prioridade à saúde) em vários detalhes, pudemos perceber que vários deles dependem de órgãos governamentais, e isto pode ser um problema. Ou uma solução, desde que possamos criar algo bem interessante para que seja utilizado por tais órgãos, em todo o Brasil…

No entanto, talvez seja bom focar em uma tendência que tem sido cada vez mais considerada, que é preservar a saúde, para evitar doenças – afinal, é melhor prevenir do que remediar…

Outro detalhe: nesta fase do processo criativo, apenas temos que pensar em conceitos. Se pensarmos em um produto pronto e acabado, será muito difícil chegar a algo realmente inovador. Aprovado o conceito, e vamos ver como isto pode ser feito nos próximos “Engenharia em Pauta”, aí sairemos para o produto.

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Nesta linha de raciocínio, já que praticamente todos utilizam seu celular para quase tudo, andei pensando em um aplicativo que poderia ter em seu setup as necessidades nutricionais do usuário, tais como calorias diárias necessárias, eventuais alergias, etc.. Então, se o mesmo tivesse dúvidas quanto a um alimento que gostaria de adquirir, através da leitura de um código adequado no produto, poderia ser alertado quanto aos produtos que lhe pudessem provocar alergias e preveni-lo quanto às calorias que tal alimento forneceria, e sua relação com a dieta ou regime prescritos.

É, é apenas um conceito, que deve ter muitas falhas… Precisamos melhorá-lo, examinando-o com detalhes e sem “paixão” pela ideia, o que poderia turvar nosso raciocínio. Trata-se agora de passar um “pente fino” no conceito, primeiro individualmente, e depois utilizando a opinião de possíveis clientes… Vamos em frente, então?

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.