Pois é, meus amigos! Muito temos conversado sobre a chegada de novas e fascinantes tecnologias, que mudarão definitivamente nosso modo de viver, trabalhar, etc. Tudo isto já está acontecendo, mas de modos muitas vezes tão sorrateiros, que nem percebemos de imediato… Por exemplo, as redes sociais – que efeitos provocarão no futuro, próximo e mais remoto?

No entanto, a chamada “Indústria 4.0”, com os novos modos de fazer as coisas nas indústrias, já está começando a “mostrar a cara”. Os robôs que atuam em produção, antes restritos às grandes empresas (por exemplo, as montadoras de veículos), já começam a ser implementados em pequenas empresas, com número bem pequeno de funcionários, que fabricam produtos refinados, e a um custo bastante razoável… E aumentam muito a produção e o rendimento! Isto permitirá a elas a realocação de bons funcionários, que antes atuavam em tarefas repetitivas e monótonas, para atividades mais nobres e eficientes.

A mesma coisa acontece com a utilização de sensores sofisticados, que permitem detectar erros em embalagens, pesos diferentes em produtos padronizados, defeitos de fabricação em tempo real, etc.. Como eles tem comunicação com uma central computacional eficiente, podem avisar de qualquer irregularidade em tempo real, permitindo sua imediata correção, com grande ganho de produtividade…

Neste cenário, o que ainda está impedindo o crescimento ainda mais rápido destas tecnologias no cenário industrial, mesmo as de pequeno porte, é o seu custo. Mas, como sempre, o custo de modernas tecnologias cai ao longo do tempo… Lembra-se dos primeiros telefones celulares? Era questão de muito status possuir um deles! E agora?

Pois é, problemas ocorrerão, como por exemplo o chamado “desemprego estrutural”, aquele que é provocado pela ausência de trabalho para pessoas menos qualificadas. Daí a importância que tenho dado, neste espaço, em “pregar” a necessidade de mudança na estrutura educacional…

E quanto a nós, engenheiros? Estamos reparando nestas mudanças, e o que elas poderão provocar em nossas atividades, pessoais e profissionais? Estamos percebendo as grandes oportunidades de crescimento que tudo isto nos proporcionará?  Estamos nos preparando devidamente para o advento da “Indústria 4.0”?

E você, estudante de engenharia? O que está fazendo para ingressar “de peito aberto” neste novo mundo? Sem nenhum intuito de exagerar, posso afirmar que muito de nosso futuro, como seres humanos, estará em suas mãos em tempos bem próximos…

Felicidades a todos, nesta nova realidade que está chegando!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.