Pois é, sou da Geração Z, a responsável imediata pelo futuro, e quero meu lugar no mundo! E daí que sou diferente dos que me antecederam? Isto sempre aconteceu, se dermos uma olhada com carinho na história do mundo… 

Mas o que me encanta quando entro no mercado de trabalho? Eu me sinto muito questionador, e gosto de aprender coisas novas, mas de modo diferente – gosto de fazer isto por mim mesmo, em algo que me interesse… Um problema que sinto é que meu interesse pode mudar de uma hora para outra, até que se acomode em algo no qual me sinta realmente vocacionado. 

Adoro problemas complexos, que me desafiem, pois definitivamente não gosto de rotinas, nem de tarefas simples e repetitivas. Gosto muito também de atuar em times que complementem minhas habilidades, nas que sinto mais falta. Não importa a idade, desde que comunguemos dos mesmos ideais e modos de pensar – afinal, pessoas com mais experiência de vida podem me dar “um chão” no qual pisar mais firmemente, e mesmo demarcar alguns limites, já que estou começando, e considero que as coisas padronizadas já estão ultrapassadas…

Acho que sou muito criativo, e preciso expandir esta criatividade. Coisas novas, novos modos de fazer as coisas, novas tecnologias, são muito importantes para que eu possa desempenhar bem minhas funções e ajudar… Mas pode deixar que eu aprendo sozinho as coisas novas, se me deixarem.

Não sou irresponsável, não… É que gosto de fazer as coisas do meu jeito, e preciso de flexibilidade para tal. Ao adotar uma meta, vou cumpri-la, pode ter certeza! Como já falei, adoro desafios, e vou enfrentá-los com vontade! Mas me deixe também questionar o que está envolvido no desafio, ou mesmo o próprio desafio… Quem sabe ele esconde outro, ainda mais interessante? Como sou antenado, posso descobrir coisas assim.

Dizem que eu não gosto de “chefias”… É verdade! Mas eu não gosto é de “chefes”, e sim de mentores, que me acompanhem e discutam abertamente comigo soluções, problemas, e tudo envolvido no meu trabalho. Quero entender sua motivação, mas quero que ele entenda as minhas, e aí juntos encontremos um caminho comum, bom para ambos.

Enfim, quero ter uma vida plena, conduzida por mim, mesmo que esteja atuando (e não “trabalhando”…) em uma instituição “formal”. Quero ter e dar sucesso, quero satisfação, não quero desenvolver a “síndrome de happy hour”, ou seja, “que bom que hoje é sexta feira”…

Enfim, quero ter uma vida plena, na qual o trabalho e desenvolvimento sejam importante parte dela, e não uma carga…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.