Na elaboração de algo inovador para atendimento da tendência que foi proposta como exemplo, que é a “Prioridade à Saúde”, andei pensando em um conceito que envolveria um aplicativo que me ajudasse, em um produto que eu estava pensando em adquirir, em relação ao número de calorias, alergias, nutrientes, etc. a ingerir em uma dieta diária, para melhor controle desta dieta ou regime.

Dará certo? Será útil? Teria valor comercial? Definitivamente, não sei… O que sei agora é que neste momento não posso me apaixonar pela ideia, e desesperadamente começar a tentar desenvolvê-la e implementá-la. Há algum trabalho antes, e de grande importância.

O primeiro é “observar”, e bastante… Como? Visitando supermercados, de todos os níveis, verificando detalhadamente como as pessoas compram seus produtos. Compram por marca já conhecida e de confiança? Examinam, com maior ou menor detalhe, seus valores calóricos e dados nutricionais? Compram só por preço ou por qualidade? Procure descobrir maneirismos na hora da comprar: os consumidores manuseiam o produto, ou o colocam imediatamente no “carrinho”? Enfim, observe exaustivamente – pode ser até que uma nova ideia lhe surja, melhor que a anterior… Anote, fotografe, filme…

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Depois, parta para entrevistas: com o pessoal do supermercado, como gerentes, repositores, e caixas. Também com usuários comuns. Perigo à vista: em geral, dirão a você que a ideia é boa… Então, aproveite o “papo” e peça outras ideias: quais são suas necessidades, gargalos, chateações, etc. Peça também para acrescentarem o que acham que pode melhorar ou mesmo alterar sua ideia inicial. Você então verá quanta coisa você poderá fazer para melhorar a ideia original. Mas estes são apenas os usuários “normais”, que, nesta fase, são os menos importantes na pesquisa…

Depois, parta para entrevistas com os usuários “extremos”: idosos, obesos, pessoas que parecem preocupadas com a aparência, pessoas que ficam olhando demoradamente as gôndolas, etc. Eles podem dar opiniões muito interessantes!

E vamos continuar nossas pesquisas de viabilidade de conceito no próximo “Engenharia em Pauta”? Até lá, então…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.