Pois é… Chegaram as festas natalinas e de final de ano! Que datas importantes e significativas! O espírito de Natal nos enche de bondade e paz; e as festas de Ano Novo nos sinalizam o final de um ano, que parece que passou tão rapidamente, e o início de outro, que traz em seu bojo tantas esperanças e projetos! Eu gostaria então, antes de tudo, de agradecer pela companhia que vocês me fizeram durante todo o ano de 2018, e, se pude colaborar um pouco com cada um, fico realmente feliz! E aproveito para desejar a todos e a cada um ótimo Natal e que 2019 seja pleno de inovações e sucesso!

O fato é que 2019 nos promete muita coisa! A “Indústria 4.0” vai se estabelecer cada vez mais rapidamente, trazendo com ela tantas inovações, tantos modos novos de trabalhar, novas profissões, jeitos de ver e viver a vida, tanto pessoal, quanto profissional! E é preciso ficar atento a isso…

Alguns paradigmas novos vão ser estabelecidos, e gostaria de comentar algo sobre eles, para a minha e a sua reflexão prezado leitor, prezada leitora.

Será, por exemplo, que não está se aproximando a hora de termos conversas bem “relaxadas” com os amigos, e mesmo com pessoas de formação diferente da nossa? Tenho certeza de que vamos descobrir muitas coisas novas… Por que não deixar os assuntos corriqueiros e de costume para avançarmos um pouco em nossos pensamentos, propondo temas novos e polêmicos (política e religião, não, por favor!). Por exemplo, o que faremos quando tivermos nanorobôs dentro de nós nos “consertando”? Ou quando nossos “wearables” (que são as chamadas “tecnologias vestíveis”, ou sejadispositivos tecnológicos que podem ser utilizados por nós como peças do vestuário) estiverem tentando governar nossa vida, nossos hábitos, dieta, etc.? Ou quando nossa geladeira autônoma desprogramar-se e nos deixar sem nossa cerveja favorita? E assim por diante… Ah, filosofar um pouco sobre o novo estilo de vida, sem críticas tipo “no meu tempo”, também vale. Tente! Você vai gostar…

Será também que não estaria na hora de fugir de rotinas longas e improdutivas, dentro do possível? Já reparou que as pessoas, em um escritório ou algo similar sempre estão “com a cara” metida em telas de computador? Será que precisamos tanto deles, ou podemos dar uma saída para tomarmos um bom café com os colegas, e então relaxarmos um pouco? Ou nos dirigirmos a uma janela e darmos uma boa olhada na natureza? Será que em vez de “zap zapearmos” para alguém que está no próprio ambiente de trabalho (sim, isso acontece…), não seria melhor ir lá e conversar pessoalmente com ele ou ela?  Tenho certeza de que seu trabalho será mais eficiente e menos desgastante… 

Em tempo: será que precisamos tanto do acesso às “redes sociais”? Já sabemos que existem “big” sistemas de Inteligência Artificial por trás delas, procedendo a toda uma captação de nossos hábitos, valores, traços de personalidade, etc., que poderão ser utilizados por não sabemos quem, como e nem quando… Na realidade, elas são apenas ferramentas tecnológicas que podem nos auxiliar em muito, mas não são o cerne de nossa vida… Seres humanos, com todos os seus problemas, são mais interessantes!

É, meu amigo, minha amiga, é tempo de pensar em nos adaptarmos cada vez mais aos novos tempos, mas mantendo o que nos fez evoluir como os seres fantásticos que somos: nossa curiosidade, nossa criatividade, nossa busca incessante de inovação, nosso modo de viver “humano”, e assim por diante…

Bom Natal, e um inovador e feliz 2019 para você!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.