O desenvolvimento econômico global está diariamente transformando o modo de vida das pessoas em todo o mundo, gerando uma nova demanda que reflete diretamente no aumento do déficit habitacional. A necessidade de se criar novas moradias é um desafio para redesenhar as cidades de acordo com as necessidades habitacionais. A tecnologia como o valor agregado otimiza a utilização de áreas urbanas. Hipoteticamente podemos pensar a cidade como uma máquina que contém um conjunto de hardwares (a parte física da máquina) e softwares (a “mente” que comanda a máquina).

A PLATAFORMA TECNOLÓGICA

Por meio de serviços, tecnologias e uma adequada estruturação dos espaços, as pessoas poderão desenvolver um relacionamento positivo com seu núcleo urbano e também com os demais habitantes do local. Esse novo espaço social promoverá:

a integração de cada indivíduo através de novas relações sociais;

formas de economia cooperativa, cidadania ativa e mutualismo;

a convivência colaborativa entre a população.

A CONVIVÊNCIA COLABORATIVA

Quando falamos de convivência colaborativa, estamos propondo um modelo de vida que envolva a casa, o bairro e a cidade, que partilhe espaços e serviços; que estimule a ajuda mútua, a amizade e a boa vizinhança.

A informação e educação dos cidadãos a respeito de como o estilo de vida pode afetar o meio ambiente, o bem-estar, a saúde e também a economia são essenciais para a obtenção de resultados significativos em grande escala.

O principal investimento a ser feito é no CAPITAL HUMANO, para que todas as pessoas satisfaçam suas necessidades da melhor forma possível.

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Na próxima matéria você confere mais elementos fundamentais na Cidade Inteligente Social!

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