Quatro bilhões e meio de anos e cerca de 70% da superfície coberto de água. Assim é o Planeta Terra, rico em recursos minerais! Mas em meio a tanta água, somente 3% é doce e adequada para o consumo.

A água possui um ciclo natural, que faz com que esse bem não se esgote, mas as interferências humanas neste ciclo, para a economia, por exemplo, pode torná-la escassa.

É o que explica o professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília, Sérgio Kóide.

Mesmo que exista o mito de que a água vai acabar, existe outro de que ela é inesgotável.

Ricardo Novaes, especialista de recursos hídricos de uma das maiores entidades de defesa ao meio ambiente, o WWF, conta que a sociedade se baseia nos dois mitos.

Apesar de dizer que a água é um bem finito, especialistas alertam que isso não significa o fim da água, mas que o uso irresponsável e exagerado para fins além do ciclo natural dela, pode torná-la um bem indisponível e caro, já que os custos para tratamento de reutilização são considerados “altíssimos”.

O professor Sérgio Koide conta que o problema da água ocorre por motivos diferentes, a depender do local e cita exemplos…

Esses problemas regionais são chamados por Ricardo Novaes, de indisponibilidade de água: quando determinada região tem o bem em abundância, mas não está propício para o uso.

Segundo ele, é fundamental o papel humano na garantia de que a água complete o ciclo corretamente.

Segundo a ANA, Agência Nacional de Águas, o Brasil possui 13% da água doce de todo o planeta. Apesar disso, 81% está concentrada nas bacias hidrográficas da Amazônia, onde está somente 5% da população brasileira.

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