Onde ocorreu o desastre que causou a morte de aproximadamente 100 mil pessoas, e que ainda causa problemas para animais na região é o lugar perfeito para ser transformado em uma usina solar.

O anúncio do projeto foi feito no ano passado. Mas, na época, a ideia ainda não estava confirmada. Até que na semana passada, a empresa de engenharia ucraniana Rodina Energy Group Ltd., em entrevista à Bloomberg, confirmou o projeto de construir uma usina em parceria com a empresa de energia alemã Enerparc AG.

A usina será capaz de gerar mil megawatts de potência, suficiente para abastecer uma média de 164 mil residências. Quando terminada, será a maior usina solar do mundo.

A área ainda possui a infraestrutura necessária para o fornecimento de altas quantidades de energia, pois as linhas de transmissão do reator nuclear continuam intactas.

Com um solo muito radioativo para a agricultura, a área disponível para gerar energia renovável possui mais de mil quilômetros quadrados.

Serão aproveitadas as linhas de transmissão de energia instaladas na década de 1970. E estima-se que o projeto custará mais de três milhões de reais.

Este é apenas um dos projetos, a Ucrânia está aberta para mais parcerias. Para atrair investidores, o governo está apostando em oferecer terrenos baratos e tarifas caras. As empresas Rodina e Enerparc, por exemplo, receberão 15 centavos de euros por quilowatt-hora de eletricidade gerada. De acordo com a Bloomberg New Energy Finance, o valor é quase 40% maior do que o custo médio de energia solar na Europa.

A única coisa que trás preocupações é sobre o quão seguro o local será para os trabalhadores atuarem nesta construção.

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