Em um relatório publicado recentemente, os Laboratórios Nacionais de Energia Renovável do Departamento de Energia dos EUA documentaram que o custo da energia solar à escala de utilidade, gerada a partir de plantas grandes em vez de telhados residenciais, diminuiu 30% no ano passado.

Esta feliz notícia alinha-se com outro anúncio recente da iniciativa SunSho, um esforço paralelo do Departamento de Energia dos EUA, que declarou que seus objetivos de custo fixados para a energia solar foram cumpridos anos antes do prazo de 2020. Tudo isso serve como um lembrete de que, apesar da política do momento, a energia solar continua a se tornar rapidamente mais econômica e acessível, preparando o caminho para um futuro de energia mais limpo.

Embora a China tenha sido freqüentemente citada pelo presidente dos EUA como uma concorrente perigosa, o renascimento da energia  solar nos Estados Unidos foi possível devido ao trabalho pioneiro em energia solar que está sendo feito na República Popular. Mais módulos solares estão sendo produzidos na China do que há demanda, o que permitiu que os importadores dos EUA adquirem essa tecnologia a preços baixos. Como resultado, o preço médio por watt agora é apenas US$ 1,03 para sistemas de inclinação fixa e US$1,11 para aqueles que se movem de acordo com o movimento do sol.

Enquanto o sistema solar de telhado e residencial pode representar a manifestação mais visível do crescimento e alcance da energia solar, são sistemas solares de escala de utilidade, que alimentam a rede, que tem o maior potencial para mudar o jogo. Tomando nota do preço sempre decrescente da energia solar e da demanda dos consumidores para formas mais limpas de energia, as empresas de serviços públicos investiram fundos para aumentar a participação da energia solar em sua carteira. Por exemplo, a Duke Energy Florida anunciou recentemente planos de gastar US$ 6 bilhões em infra-estrutura solar, acabando com planos anteriores para investir em energia nuclear.

Se as tendências continuarem, estima-se que 139 países, incluindo os Estados Unidos e a China, poderiam mudar para 100% de energia renovável até 2050.

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