Os hackers estão cada vez mais criativos ao infectar os dispositivos, mas talvez você não imaginasse que eles chegariam tão longe nesta criatividade toda. Como o título já entregou, eles desenvolveram um malware baseado no DNA humano.

Os responsáveis por por este malware são especialistas em biossegurança, este é o primeiro malware codificado com base em sequências de DNA e que tem a capacidade de infectar computadores – algo assustador, mas real e que abre uma nova preocupação para a humanidade.

Os biohackers podem assumir o controle de dispositivos implantados no corpo, causando até a mesmo a morte de uma pessoa, mas sua mais recente conquista é bastante impressionante, pois criaram um malware que se esconde em cadeias de DNA e ataca dispositivos eletrônicos fora do corpo humano.

Pesquisadores da Universidade de Washington mostraram que é possível atacar computadores escondendo malware em sequências de DNA. Trata-se de máquinas de labotatório projetadas para trabalhar o sequenciamento de material genético humano.

O DNA humano tem uma enorme quantidade de usos, uma vez que suas cadeias são úteis não apenas na pesquisa médica, mas também em outras áreas da ciência, sendo capazes de trabalhar com material biológico e sequências artificiais.

Separar cadeias de DNA e intervir para criar sequências melhoradas, seja para adicionar características ou eliminar defeitos genéticos, é algo comum, mas os cientistas conseguiram esconder malware nelas.

Esse código de computador malicioso estava oculto dentro de quatro das cadeias básicas de DNA em que os pesquisadores tentaram sequência-las através de computadores de laboratório, embora, ao tentar processá-las, as máquinas se infectaram com esse malware biológico.

Os resultados desse experimento revelam o tremendo poder dos biohackers já que, por exemplo, eles poderiam esconder um código em amostras de sangue e infectar um laboratório completo, assumindo o controle dele.

Desde que o genoma humano foi sequenciado no início do século XXI, foram feitos grandes avanços científicos que permitiram a criação de curas para males mortais, mas, como em todas as conquistas, também há perigos.

O trabalho dos especialistas da Universidade de Washington demonstra o poder para o mal do DNA humano, que graças à sua complexidade dá um mundo de possibilidades aos biohackers fazendo desse código algo que nos define como uma arma perigosa.

Embora esse malware biológico só tenha sido visto em laboratório até agora, seria irrealista não pensar que os biohackers poderiam aplicar essa técnica em um futuro próximo. O problema é que nenhuma máquina estaria preparada para detectá-la e se proteger desse tipo de ataque.

Uma descoberta perturbadora que demonstra, além do fato do DNA humano ser uma arma perigosa para aqueles que se aproveitam de sequências genéticas para esconder códigos maliciosos, o tremendo potencial dos biohackers.

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