O material de impressão por digitalização costumava ser um processo complexo, muitas vezes envolvendo scanners ou outras máquinas para tirar os visuais do “mundo real” e colocá-los em um computador. Neste novo desenvolvimento dos pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon poderia ignorar a maquinaria e dar ao papel a vantagem.

Pesquisadores da Carnegie Mellon desenvolveram um documento que pode rapidamente rastrear o toque, dando-lhes uma maneira eficiente de digitalizar a escrita e o desenho.

O novo sistema de digitalização de “papel” custaria apenas 30 centavos de dólar por folhadados seus atuais métodos de produção, mas os pesquisadores poderiam até diminuir o custo aumentando os métodos de produção.

Não, este papel não é um tapete ou uma tela fina. É papel comum. Os pesquisadores aplicaram um material condutor barato embaixo dele que poderia um dia ser produzido em grande escala facilitando e muito nossa vida. A equipe optou por uma folha de plástico carregada de carbono que aderisse ao papel e, em seguida, uma tinta carregada de carbono que pudesse ser rapidamente aplicada ao papel.

Uma placa de sensores é então conectada ao papel usando um suporte condutor. Essa placa de sensor é o que permite que o toque de uma caneta, estilete ou dedo seja digitalizado e registrado em um computador.

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