Se você já olhou para as estrelas e se perguntou o que poderia estar lá fora, então você ficará feliz em saber que estamos mais perto de descobrir.

Um novo estudo do Centro de Robótica e Sistemas Neurais (CRNS) da Universidade de Plymouth foi apresentado em 4 de abril na Semana Europeia de Astronomia e Ciência Espacial que explora como a inteligência artificial (IA) pode ser usada para identificar a possibilidade de vida alienígena em outros planetas.

A pesquisa é baseada no uso de redes neurais artificiais (RNAs), ferramentas comumente usadas em aprendizado de máquina. As RNAs são modelos computacionais inspirados na estrutura das redes neurais biológicas que reproduzem a maneira como o cérebro humano aprende.

Como tal, os RNAs podem ser usadas para identificar padrões muito complexos para o processamento de cérebros humanos. Neste estudo, os cientistas pegaram informações dos perfis espectrais (observações atmosféricas) de tipos de planeta do Gerador de Espectro Planetário da NASA e usaram RNAs para analisá-los em termos de habitabilidade (a possibilidade de sustentar a vida).

Eles criaram uma rede que foi alimentada com mais de cem perfis espectrais diferentes, cada um com centenas de parâmetros relacionados à habitabilidade. Classificar através de uma quantidade tão impressionante de informações levaria anos para os humanos, mas as RNAs analisaram com sucesso e classificaram os dados em minutos.

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