Foi inaugurada hoje, 14 de novembro, a primeira fase do Sirius, o acelerador de partículas brasileiro em Campinas, São Paulo. Quando concluído, o dispositivo será a mais avançada fonte de luz sincrotron do mundo. Com esse tipo de luz, o aparelho é capaz de analisar partículas atômicas em alta resolução.

Com custo total na casa do R$ 1,8 bilhão quando finalizado. A estimativa é de que ele esteja 100% operacional daqui 3 anos, isto é, em 2021. No momento, todo o edifício que abriga o Sirius ficou pronto, bem como dois dos três aceleradores projetados; 85% de toda a tecnologia utilizada é nacional.

O coordenador do projeto Sirius, Antônio José Roque — diretor-geral do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais —, diz que esse será um laboratório aberto aos pesquisadores. Um dos objetivos centrais do acelerador é aperfeiçoar pesquisas na produção de petróleo e gás.

O Presidente da República, Michel Temer, esteve presente na inauguração e ressaltou que o laboratório é a maior e mais avançada base de pesquisa científica já construída no Brasil. Além do mais, ele permitirá a integração entre os pesquisadores locais e os de várias outras partes do mundo.

“Sempre se diz que o Brasil é o país do futuro. Com esse projeto, pode-se dizer que o futuro chegou. Essa máquina é motivo de orgulho. Ela engrandece a ciência nacional”, disse Temer durante a cerimônia de inauguração.

No mundo, somente a Suécia tem um acelerador de elétrons da mesma geração que o construído no Brasil.

Confira as imagens abaixo:

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