Uma equipe de cientistas da Universidade de Grogingen, na Holanda, encontrou uma explicação sobre por que raios tendem a cair duas vezes no mesmo lugar, de acordo com um artigo publicado na revista Nature.

De acordo com o estudo, os pesquisadores descobriram que as cargas negativas dentro de uma nuvem não são transferidas para um único raio, mas parte dele é armazenado e passa através dos canais ou agulhas, causando descargas repetidamente em um ponto específico no chão.

Estudiosos explicam que quando as cargas de um raio caído diminuem, a agulha de descarga de canal ou nuvem se rompe. No entanto, este canal permanece mesmo se o feixe tiver terminado, o que cria uma trilha com carga negativa armazenada que será usada pelos raios sucessivos, porque eles encontram um caminho com menos resistência.

As “agulhas” podem ter comprimentos até 100 metros e um diâmetro inferior a 5 metros. Devido ao seu tamanho e tamanho curtos, eles dificilmente conseguem ser capturados por sistemas convencionais de detecção de raios, de acordo com Brian Hare, o principal autor desta pesquisa.

Para o estudo, os cientistas usaram uma rede de telescópios de rádio chamado Matrix Low Frequency (LOFAR, por sua sigla em Inglês) para compilar dados de ondas de rádio emitidas por um raio, e determinar por que eles se comportam de maneira a airbags carregados que um relâmpago ejeta.

Com informações de INVDES.

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