A Terra é formada por várias peças que se encaixam, chamadas de placas tectônicas. As Placas tectônicas formam a camada externa e sólida da Terra denominada litosfera, onde estão os continentes e oceanos.

Esta camada é constituída por sete principais placas rochosas rígidas que mudam de posição e se encaixam como um quebra-cabeças.

Elas são como um quebra-cabeça, a diferença é que essas placas nunca permanecem paradas num mesmo lugar.

Vários registros já comprovaram que elas se movem constantemente a uma velocidade de alguns centímetros por ano. Ainda que a curto prazo esse movimento seja quase imperceptível, num período de bilhões de anos, faz muita diferença.

Pelo fato delas caminharem, os blocos acabam se encontrando e se juntando em um só território, até que, bilhões de anos depois, eles se afastam e voltam a se unir de novo.

O último “supercontinente” de que temos conhecimento foi Pangeia, formado há 320 milhões de anos. Tempos depois, os territórios se separaram e formaram as Américas, a Europa, a África, a Oceania e a Ásia. Mas, segundo pesquisadores da Universidade de Curtin, na Austrália, a divisão dos continentes como a conhecemos hoje está com os dias contados. Em um estudo recém-publicado no periódico Precambrian Research, os cientistas alertaram que, num futuro distante, os territórios voltarão a se unir em um só bloco, restando somente o Oceano Pacífico.

Segundo os pesquisadores, esse novo cenário pode ser explicado pelos fenômenos de “introversão” e “extroversão” gerados pela movimentação das placas tectônicas. No primeiro caso, as águas que separam os continentes são “sugadas” para o interior do planeta, os territórios se juntam e formam um superoceano. No segundo caso, o superoceano é “engolido” pela Terra e os continentes se separam.

A hipótese é de que esses fenômenos se alternem de tempos em tempos, ou seja, depois de um momento de “introversão” sempre vem outro de “extroversão”. E é o que vai acontecer com a Terra.

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