O calor produzido e muitas vezes, desperdiçado, pelo funcionamento dos metrôs tem sido utilizado para aquecer para residências e empresas na região de Islington, ao norte da capital da Inglaterra.

Na primeira fase do projeto, pioneiro na Europa, cerca de 700 casas e estabelecimentos foram beneficiados, pagando inclusive, uma conta menor de energia elétrica. Até o final do ano, o número de residências passará de 1 mil.

O calor gerado pelos vagões de metrô é canalizado e depois, distribuído pelo Bunhill Energy Centre. Além de produzir energia mais barata, com o projeto, estima-se que, por ano, a cidade de Londres deixa de emitir 500 toneladas de CO2 (dióxido de carbono), um dos gases apontados como sendo o principal responsável peloaquecimento global.

De acordo com o Departamento de Transporte de Londres , a reutilização do calor gerado dentro das estações de metrô tem uma capacidade futura para atender até 38% da demanda por aquecimento da população londrina.

Atualmente, quase 50% da energia usada na capital inglesa é empregada para esquentar casas e empresas e representa cerca de 30% das emissões de gases de efeito estufa do país. Em 2015, o TFL também anunciou que, através do uso de uma nova tecnologia, o metrô da cidade começaria a reciclar energia gerada pelos freios e desta maneira, suprir a demanda de eletricidade das próprias estações.

O investimento em inovação faz parte de uma política do governo para transformar o sistema de transporte público da cidade mais limpo e verde. Uma outra medida adotada foi a troca da frota de ônibus por modelos híbridos e com zero emissão de carbono.

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