Os chimpanzés reforçaram sua memória “como um ato de sobrevivência” ao longo de sua evolução e agora apresentam uma capacidade retentiva “superior” ao humano, já que não desenvolveram a linguagem, segundo um estudo científico.

Isto foi explicado na terça-feira pelo primatologista japonês, Tetsuro Matsuzawa, durante a apresentação dos resultados do seu último estudo sobre primatas.

As pesquisas elaboradas por Matsuzawa indicam que os chimpanzés “superam” os humanos em tarefas “simples” de memória e que realizam “com mais facilidade e rapidez”.

“Nós pensamos que éramos os seres mais inteligentes, mas um único teste muda tudo”, enfatizou o primatologista.

“Os seres humanos precisam compartilhar informações, precisamos de linguagem por causa de nossa motivação intrínseca para compartilhar; primatas não têm essa motivação “, explicou.

O primatologista pretende “sintetizar o trabalho de campo e de laboratório” para que a sociedade possa “entender” a natureza dos chimpanzés, descrita pelo pesquisador como “nossos vizinhos evolucionários”.

Segundo o primatologista, muitos de nossos sistemas cognitivos têm sua origem nesses mamíferos e, mesmo assim, “entender a mente do chimpanzé é como abrir uma janela para a consciência humana”.

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