Pela primeira vez uma equipe de pesquisadores do Reino Unido e da Alemanha liderada pelo professor Ute Kaiser, chefe da Microscopia Eletrônica de Ciência dos Materiais da Universidade de Ulm e o professor Andrei Khlobystov da Escola de Química da Universidade de Nottingham conseguiram gravar em vídeo de duas ligações de átomos e depois a quebra de suas ligações.

A equipe usou a microscopia eletrônica de transmissão (TEM) para realizar essa tarefa impressionante. “Os nanotubos nos ajudam a capturar átomos ou moléculas e a posicioná-los exatamente onde queremos. Nesse caso, prendemos um par de (Re) – átomos de rênio – unidos para formar Re2. Como o rênio tem um número atômico alto, é mais fácil ver em TEM do que elementos mais leves, permitindo identificar cada átomo de metal como um ponto escuro”, disse Khlobystov em comunicado.

“Observamos a dinâmica em escala atômica de Re2 adsorvida na estrutura grafítica do nanotubo e descobrimos que o comprimento da ligação muda em Re2 em uma série de etapas discretas”, acrescentou Kaiser.

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