Imagem: arquivo pessoal

Uma equipe da USP foi a Minas Gerais para ajudar nas buscas por vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Eles testaram uma metodologia de geofísica aplicada para otimizar as ações de resgate.

O trabalho é liderado por Jorge Porsani, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP. Ele e sua equipe foram para Brumadinho depois de receber uma mensagem de um médico que atuava nas buscas.

A barragem de rejeitos de mineração colapsou no dia 25 de janeiro, e ainda há muitos desaparecidos.

Um mês após a tragédia, as equipes de resgate seguem tentando localizar as pessoas que continuam desaparecidas. O trabalho de Porsani teve o objetivo de utilizar a geofísica aplicada para orientar essas buscas, visto que a área atingida foi superior a 270 hectares.

O método empregado foi o GPR, sigla em inglês para Radar de Penetração no Solo. Este método utiliza ondas de rádio em frequências muito altas para obter imagens de alta resolução retratando o perfil do subsolo, permitindo a localização de estruturas, feições geológicas rasas e objetos enterrados. O GPR é muito usado na exploração de recursos naturais, na localização de tubulações subterrâneas e em estudos arqueológicos, mas também pode ter aplicações humanitárias.

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