imagem: Arquivo pessoal

A engenheira Beatriz Rizzuto, de 26 anos passou em primeiro lugar na Fuvest 2019 em um dos cursos mais concorridos e prestigiados do país: medicina na Universidade de São Paulo (USP).

“Fiquei apática, não caiu a ficha na hora. Não tinha certeza nem que passaria, quanto mais em primeiro lugar. Quase tive um troço!”, disse ao G1.

Beatriz passou na Fuvest em 2011, após fazer um ano de cursinho. Ela entrou na Escola Politécnica (Poli-USP) onde se formou em engenharia da computação. No entanto, a jovem decidiu mudar de carreira e seguir o sonho antigo de fazer medicina.

“Quando escolhi computação ainda estava muito perdida. Eu fiz os cinco anos, me formei, cheguei a trabalhar na área. Mas não era isso que eu queria, não estava feliz”, conta. Embora goste muito de exatas, Beatriz afirma que não conseguia se encontrar na profissão.

Segundo Beatriz, para conquistar a tão desejada vaga, ela fez mais um ano e meio de cursinho e se dedicou muito aos estudos. Ela conta que seus pais a ajudaram muito. “Eu abdiquei de tudo que não fosse estudar. Estudava de manhã, de tarde, de noite. Não tinha feriado, fim se semana, festa, nada. Até deixei de ver os amigos, mas eles entenderam, porque sabiam que era temporário”, diz.

Ela ainda conclui que não existe uma fórmula “mágica” para passar em medicina na USP: “Tem que descobrir o que funciona para você, não adianta tentar repetir o método das outras pessoas. Mas é importante ir testando e aprendendo com os erros, aí você vai pegando o jeito ao longo do ano”, diz.

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