O vício em videogames é um problema corriqueiro para muitos gamers. Isso até agora era tratado mais como uma situação ruim da pessoa viciada. Afinal, muitos pais tendem a se preocupar com os seus filhos viciados em jogos, outros não se importam muito.

Porém, essa situação pode mudar “um pouco” na próxima semana. Pois os membros da Organização Mundial da Saúde decidirão se vício em videogames se tornará um distúrbio oficialmente reconhecido.

Isso mesmo, gamers viciados que se cuidem, suas mães podem ter aquela desculpa poderosa para te tirar do quarto e levar para uma boa caminhada. E aqueles que não se importam com essas coisas, saiba que distúrbios normalmente tem que ser tratados, se com algum tipo de remédio ou tratamento.

OMS

A décima primeira iteração da Classificação Internacional de Doenças – comumente conhecida como CID-11 – incluiu “transtorno do jogo” pela primeira vez no ano passado, quando foi incluída no documento preliminar.

Apesar da pressão significativa de líderes do setor, como a Entertainment Software Association – representando estúdios como Epic, Activision Blizzard e Riot -, especialistas em saúde poderão votar as mudanças na Assembléia Mundial da Saúde em Genebra no final desta semana.

A orientação da Organização Mundial de Saúde define o distúrbio como caracterizado por um padrão de:

“Comportamento persistente ou recorrente de jogos, que pode ser online ou offline, manifestado por: 1) controle prejudicado sobre jogos (por exemplo, início, frequência, intensidade, duração, término, 2) aumentar a prioridade dada ao jogo, na medida em que o jogo tem precedência sobre outros interesses da vida e atividades diárias, e 3) continuar jogando apesar da ocorrência de consequências negativas “.

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