Recentemente li uma frase de Charles Darwin que me fez meditar bastante e que queria compartilhar com você, caro leitor, cara leitora. É ela:

“Não é a mais forte das espécies que sobrevive; nem o mais inteligente que sobrevive. É o mais adaptável para mudar”.

Pura verdade, e proferida pelo autor da “Origem das Espécies”, que revolucionou o modo pelo qual podemos entender a evolução de todos os seres que palmilham os caminhos de nosso planeta… Sendo assim, é bom lembrar que nos tempos atuais estamos cada vez mais imersos na “Era da Cognição”, com novas e desruptivas tecnologias fazendo-se cada vez presentes no nosso quotidiano, e, muitas vezes, nos assustando e fazendo com que questionemos paradigmas há muito tempo arraigados… E isto traz um problema: nossa adaptação torna-se então mais complicada, pois a velocidade da mudança para estes novos tempos é a maior que a humanidade já viveu!

E este presente/futuro cada vez exigirá de nós novos modos de vida e posturas, tanto na vida pessoal quanto na profissional – e isto é adaptar-se, e, como o Charles já nos afirmou, é questão de sobrevivência. E, se você quiser, isto pode ser mais fácil do que parece. Creio que, para tal, o primeiro passo é aceitar que tudo está mudando, e deixar de comentar algo como “no meu tempo”… O “meu tempo” já passou, e deixou muita coisa boa de base para vivermos o “tempo atual”. Então, aproveitemos este alicerce para construirmos coisas novas!

Um bom passo, também, é desenvolvermos nossa curiosidade. Se não fosse a curiosidade, como teríamos chegado até aqui, como seres pensantes? O que teríamos deixado de descobrir? Onde estaríamos na escala da evolução? Então, sejamos curiosos, e tentemos entender tudo o que nos for possível e estiver à nossa disposição. Li recentemente, e concordo plenamente, que “quando você faz mais perguntas do que dá respostas é quando você sabe que está no caminho da adaptabilidade”. Então, você pergunta sobre seu campo de trabalho, e mesmo sobre outras áreas do conhecimento humano? Tenta realmente entender e integrar ao seu repertório mental as respostas, mesmo que não as entenda completamente? O curioso também vira, aos poucos, um questionador, e vai descobrindo coisas novas e mesmo entendendo que as coisas, às vezes, não são exatamente do jeito com que sempre as tratava. E aí vai aprendendo, e, atualizando-se, vai se adaptando…

E aqui entra em campo um paradoxo, que me parece extremamente preocupante: com a utilização massiva, e muitas vezes errada, das redes sociais, a curiosidade vai se acabando… Afinal, enxurradas de informações, muitas vezes falsas e desconexas, podem estar preenchendo um apreciável período de tempo que bem poderia ser utilizado em outras coisas mais produtivas, como, por exemplo, um diálogo pessoal produtivo sobre assuntos do momento. Tenho tido a oportunidade de tratar com jovens e crianças que, simplesmente, deixaram de questionar e mesmo de se interessar por coisas fora de seus “campos virtuais”. Terrível! Não são todos, é claro, mas os que estão nesta situação estão perdendo oportunidades de ouro de aprender e mesmo de viver plenamente esta era fantástica que está se desdobrando perante eles. E é pena: utilizar os meios de comunicação mais fantásticos que o ser humano desenvolveu até agora para justamente ficar atrasado na imersão nesta linda época de suas vidas! Aqui entre nós, é ou não é verdade?

Então, sejamos curiosos! Um mundo fantástico está se abrindo à nossa frente! Vamos explorá-lo e curti-lo! 

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