Podemos continuar refletindo um pouco mais sobre como estamos em relação à nossa “inovação pessoal”? Então, mais alguns pontos a considerar:

  • Como estamos em relação à nossa “navegação” nos novos ambientes que o mundo e a sociedade estão nos apresentando? Utilizamos sempre “mapas”, com caminhos já conhecidos e pré-determinados por outros, ou procuramos usar “bússolas” que apenas nos indicam os rumos a seguir? Nos “mapas”, está tudo pronto, seguro e garantido… Com a “bússola”, sempre podemos correr alguns riscos, mas seguramente podemos também achar novos, prazerosos, e interessantes caminhos… E inovar!
  • Sempre procuramos “trabalhar com as mãos”, e fazer o que necessitamos, aprendendo sempre, ou costumeiramente pedimos a alguém para fazer? Isto é mais cômodo, não restam dúvidas, mas assim perdemos grandes oportunidades de aprender coisas novas… É, podemos errar, sim; mas se corrigirmos e aprendermos com os erros, ótimo!
  • Estamos entendendo que a “desobediência” é permitida? Aceitamos praticar a “Ética da Transgressão”, fugir das regras excessivas, desde que se consiga realizar algo além do que é pedido, e inovar?
  • Estamos procurando trabalhar com a “multidão”, e não apenas com especialistas? O ambiente multicultural oferecido pela internet e modernas conexões são fontes inesgotáveis de compartilhamento de informações, aprendizagem e crescimento pessoal…
  • Estamos preocupados em de fato “aprender”, e não de apenas sermos “treinados” em fazer as diversas coisas que o mundo moderno nos impõe para nele viver com proveito e sucesso?

É, sempre é bom sempre fazer estas reflexões, e, com base nelas, tomar nossas decisões… Assim, sempre estaremos mais preparados para viver e progredir neste fascinante e inovador mundo que nos rodeia!

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos! xD

Deixe-nos a sua opinião aqui nos comentários.

Compartilhe:
Publicação anteriorMiniatura da SpaceX Falcon 9 aterrissa sobre plataforma na piscina
Próxima publicaçãoSaiba quais são os principais equipamentos utilizados no trabalho em altura
É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.