Avaliar uma ideia inovadora é uma ação muito importante, para que sejam minimizados os riscos em sua implementação. Isto pode ser feito de diversos modos, que incluem deste o “feeling” de uma equipe responsável até a utilização de ferramentas relativamente precisas, pois este assunto apresenta um bom grau de subjetividade. Tanto que estas ferramentas sempre devem ser utilizadas por equipes multidisciplinares, pela diversidade de opiniões…

De qualquer forma, algumas linhas devem ser obrigatoriamente seguidas, no mínimo. São elas, segundo a ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras):

  • Alinhamento Estratégico – se a inovação realmente vai criar novos valores para a empresa ou instituição, dentro de sua área de ação;
  • Necessidade do consumidor – se a inovação vai ser de fato aceita, “consumida” por um mercado significativo;
  • Viabilidade comercial – se a inovação vai ter uma participação real e crescente no mercado;
  • Viabilidade econômica – necessidades de investimento e possibilidades de retorno, a um prazo definido; lucratividade interessante;
  • Viabilidade técnica – potencial de desenvolvimento e maturação.

É evidente que outros fatores podem (e devem) ser considerados, tais como legislação a respeito, interesse dos inovadores em dar continuidade à inovação, etc. No entanto, os acima citados, que serão mais detalhados nos próximos “Engenharia em Pauta”, são os que obrigatoriamente devem ser considerados…

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.