É uma verdade quando afirmamos que “novas tecnologias, novo tipo de sociedade”… E como estamos (ou pretendemos estar…) inseridos de modo definitivo na sociedade atual, precisamos refletir como mudam os paradigmas de um tipo de sociedade para o outro. Vamos pensar sobre alguns pontos a respeito deste importante assunto? Acho que vale a pena!

Vamos começar com nossa postura, tanto individual como profissional? Verificamos que atualmente a maioria das pessoas se importa em TER, e o individualismo impera… Mas vivemos em um mundo globalizado, em que o compartilhamento de informações é fundamental, já que não podemos saber e entender de tudo, tal é a massa de novas informações que nos chega diariamente! Será que uma vida orientada para o TER nos trará uma sensação perene de felicidade? Aí, em um exemplo rudimentar, teríamos que trocar de celular, automóvel, etc., a cada mês… É possível ou benéfico? Ou será melhor explorar nossa humanidade, nosso próximo, voltando nossa vida para tentarmos SER? Como: cultivando nossos sonhos, nossos amigos, nosso entorno, nossa liberdade (porque aí ficaremos livres, pelo menos um pouco, dos constantes apelos do marketing…)! Tenho reparado pessoas bem felizes por viverem assim, qualquer que seja seu padrão econômico…

Outro caso a considerar é o desafio de LIDERAR. Na realidade, trata-se de LIDERAR ou CHEFIAR? Em uma época na qual o conhecimento é facilmente obtido e o compartilhamento de ideias é farto, um “chefe”, como antigamente, não dará mais conta de conduzir um grupo com eficácia… Isto porque era ele que ensinava, cobrava, esbravejava, ameaçava, e seus “funcionários” tinham que “funcionar”… Afinal, tratava-se de “recursos humanos”! A falência deste modelo de “chefia” vem do fato de que hoje em dia as pessoas, principalmente os jovens, aspiram a serem eles mesmos, a procurar a autorrealização, em empreender, mesmo que seja dentro de uma empresa, e a seguir seus sonhos… Assim, quem tem a missão de conduzir um grupo para alcançar uma meta, qualquer que seja ela, tem que ser um LIDER, aquele que vai junto, que aceita sugestões, que tolera erros e ajuda a os corrigir, ainda tirando deles aprendizagem e melhoria, e que compartilha informações, assim conduzindo bem e efetivamente o “barco nestes mares tempestuosos” de hoje. Ele deve formar um “time”, e não uma “turma”, de “colaboradores”… E pense bem: este conceito também pode e deve ser aplicado na condução de grupos familiares, com os filhos, por exemplo…

O que foi citado acima nos mostra que no caso de uma hierarquia, sempre necessária, é melhor que ela seja descentralizada, aberta, em rede, distribuída, e a mais possível desburocratizada. Nesta, os assuntos são discutidos em conjunto, nas diversas áreas de interesse, e então as opiniões são solicitadas, examinadas em detalhes, julgadas em conjunto, e, se aceitas, passam a ser algo que nasceu do time, e não foi imposto. E, nas que não foram aceitas, é importante “espremê-las”, pois sempre haverá algo de bom que pode ser guardado e provavelmente utilizado no futuro… Aqui, ouso afirmar que no ambiente familiar tudo isso também funciona!

É, meu amigo, minha amiga, assim é que as coisas devem acontecer, neste nosso novo mundo conectado, globalizado, e que cada vez precisa mais de nós, em nosso comportamento humano! Centremos nossos esforços também nas pessoas, como elas são, e os resultados de nossos trabalhos seguramente serão melhores!

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É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.