O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e sua esposa Lélia Deluiz Wanick Salgado decidiram mostrar o que um pequeno grupo de pessoas apaixonadas e dedicadas podem realizar, trazendo do desmatamento ao processo de reflorestamento.

Por definição, a natureza sempre encontrará uma forma de se recuperar nas condições adequadas.

O processo ao qual nos referimos diz respeito a um projeto de reflorestamento no município de Aimorés, em Minas Gerais, onde Sebastião Salgado foi criado. “Nos anos 90, exausto fisicamente e emocionalmente após documentar a terrível barbárie do genocídio em Ruanda, ele voltou para casa em sua área nativa do Brasil, que era coberta por uma exuberante floresta tropical. Ele ficou chocado ao descobrir que a área era agora estéril e desprovida de vida selvagem, mas sua esposa Lélia acreditava que poderia ser restaurada à sua antiga glória”, diz o texto.

Juntos, Sebastião e Lélia fundaram o Instituto Terra, uma pequena organização que desde então plantou 4 milhões de mudas e trouxe a floresta à vida.

Sebastião Salgado e sua esposa Lélia Deluiz Wanick Salgado.

A área, reflorestada com plantas nativas, floresceu notavelmente nos anos que se seguiram. “A vida selvagem voltou, e onde havia um silêncio mortal há agora uma cacofonia de pássaros e insetos zumbindo ao redor. Ao todo, cerca de 172 espécies de aves retornaram, além de 33 espécies de mamíferos, 293 espécies de plantas, 15 espécies de répteis e 15 espécies de anfíbios, um ecossistema inteiro reconstruído a partir do zero.

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