A Boeing e a Embraer receberam o aval sem restrição de sua parceria estratégica pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, no Brasil. A decisão será finalizada nos próximos 15 dias. A parceria agora recebeu autorização incondicional de todos os órgãos reguladores, com exceção da Comissão Europeia, que continua a avaliar a joint venture.

“Esta mais recente aprovação é outra validação de nossa parceria, que trará maior competitividade ao mercado de jatos regionais, mais valor para nossos clientes e maiores oportunidades aos nossos funcionários”, disse Marc Allen, executivo da Boeing e presidente da Parceria Embraer e Operações do Grupo.

“A aprovação do acordo pelo órgão regulador brasileiro é uma demonstração clara da natureza pró-competitiva de nossa parceria”, disse Francisco Gomes Neto, CEO e presidente da Embraer. “A decisão não apenas beneficiará nossos clientes, mas também permitirá o crescimento da Embraer e da indústria aeronáutica brasileira como um todo”.

A aprovação já foi concedida pelo Brasil, Estados Unidos, China, Japão, África do Sul, Montenegro, Colômbia e Quênia.

A Boeing e a Embraer mantém discussões com a Comissão Europeia desde o final de 2018 e continuam a dialogar com a Comissão à medida que ela avança na sua avaliação da transação.

“Estamos nos relacionando de forma produtiva com a Comissão para demonstrar a natureza pró-competitiva parceria que estamos planejando e esperamos um desfecho positivo”, disse Allen. “Diante do endosso favorável que temos recebido de nossos clientes na Europa e das aprovações incondicionais de todas as agências reguladoras que analisaram nossa transação, esperamos receber a aprovação final para a transação o mais rápido possível.”

A parceria estratégica planejada entre a Embraer e a Boeing compreende duas joint ventures: uma joint venture composta pelas operações de aeronaves comerciais da Embraer e serviços associados (Boeing Brasil – Comercial), na qual a Boeing terá 80% de participação e a Embraer 20%; e outra joint venture para promover e desenvolver mercados para a aeronave de transporte multimissão C-390 Millennium (Boeing Embraer – Defesa), na qual a Embraer terá uma participação de 51% e a Boeing os 49% restantes.

Informações prospectivas estão sujeitas a riscos e incertezas

Certas declarações neste comunicado podem ser “prospectivas”, na acepção da Lei de Reforma de Litígios de Valores Mobiliários de 1995, incluindo declarações sobre os termos propostos da transação, a capacidade das partes de satisfazer as condições para executar ou fechar a transação e o momento da mesma, e os benefícios e sinergias da transação proposta, bem como qualquer outra declaração que não esteja diretamente relacionada a nenhum fato histórico ou atual.

As declarações prospectivas são baseadas em suposições atuais sobre eventos futuros que podem não ser precisos. Essas declarações não são garantias e estão sujeitas a riscos, incertezas e mudanças nas circunstâncias que são difíceis de prever.

Muitos fatores podem fazer com que os resultados reais sejam materialmente diferentes dessas declarações prospectivas. Como resultado, essas declarações são válidas apenas a partir da data em que são feitas e nenhuma das partes assume a obrigação de atualizar ou revisar qualquer declaração prospectiva, exceto conforme exigido por lei.

Fatores específicos que poderiam fazer com que os resultados reais sejam materialmente diferentes dessas declarações prospectivas incluem o efeito das condições econômicas globais, a capacidade das partes de chegarem a um acordo final em uma transação, consumarem essa transação e obterem sinergias previstas, e outros fatores importantes divulgados anteriormente e de tempos em tempos nos arquivos da The Boeing Company e/ou da Embraer junto à Securities and Exchange Commission.

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