Uber, Rappi, iFood e agora, acreditem, até os Correios. A empresa brasileira também planeja entrar no negócio dos modelos das empresas citadas anteriormente, que está em crescimento e com uma concorrência cada vez maior, com um serviço focado apenas em encomendas. De acordo com publicação na Folha de S. Paulo, o plano ainda em elaboração e sob sigilo, colocaria a empresa nacional em uma parceria societária com um setor privado.

Os Correios esperam que várias etapas sejam eliminadas com o novo plano. Diferentemente da postagem convencional feita nas agências, a entrega compartilhada é realizada por colaboradores habilitados e não está sujeita às complicadas logísticas internas, gerando assim uma redução de custos. A definição de um modelo concreto ainda depende da finalização de alguns estudos técnicos e claro, de viabilidade econômica.

Ainda de acordo com a publicação, a estatal avalia se a parceria será feita com uma iniciativa já atuante no cenário ou com uma outra empresa de tecnologia, para criar um serviço totalmente novo. Mas tudo indica para a criação de um modelo híbrido, que faz uso da simplificação da entrega compartilhada e se beneficia com o uso da força de trabalho e da infraestrutura dos Correios, sem contratação de terceiros.

Como os Correios enxergam tudo isso?

A visão dentro do Correios é de que, se não firmarem o novo serviço, podem perder uma fatia importante do mercado nacional. A necessidade de ampliar o leque de atividades da empresa passa também pelos números negativos registrados nos últimos anos.

Concorrência

Na postagem de encomendas, Correios enfrentam a concorrência de gigantes do setor, como DHL e UPS.

Também está em estudo aliar o sistema a novas formas de coleta de encomendas, como a disposição de armários automatizados em shoppings e estações de trem e também de ônibus.

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