Depois de alguns meses de negociação com o Grupo Renault que não deram certo, a FCA – Fiat-Chrysler – está em negociação com a PSA, grupo que agrega as marcas Peugeot, Citroën, DS, Opel e Vauxhall. A informação foi confirmada pela empresa francesa em comunicado, que diz apenas que “o Groupe PSA confirma que há negociações em curso com o objetivo de criar um grupo automotivo líder mundial”, juntamente ao Grupo FCA.

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Benefícios mútuos

Apesar das poucas informações a respeito de tais negociações, não é difícil de enxergar benefícios para ambos os lados. A PSA mira há décadas um retorno ao mercado dos EUA, onde está ausente há mais de três décadas, aliviando assim a dependência do mercado Europeu para suas marcas.

Para FCA, a formação de uma aliança com a PSA aumentaria a participação das marcas que fazem parte da aliança na Europa, rivalizando diretamente com o Grupo VW, o maior em vendas no Velho Continente.

Tanto para a FCA quanto para a PSA, uma aliança entre os grupos também será uma oportunidade de diminuir os custos de produção de motores a combustão para a Europa, com emissões cada vez mais restritas, e também para o desenvolvimento de veículos elétricos, que vem pressionando cada vez mais os custos das montadoras.

FCA tentou acordo com Renault, mas não deu certo

No final de maio de 2019, a FCA informou que buscava um acordo com outra empresa francesa, a Renault, para formar um grupo onde cada um teria 50% de participação. De acordo com especialistas do mercado financeiro, a FCA não teria conseguido a aprovação da fusão com a Renault por parte do governo francês, acionista da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, nem da Nissan.

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