Uma grande diretora de criação chamada Christina Agapakis é a mente por trás de uma tecnologia que a empresa Ginkgo Bioworks define em seu site como “design de micróbios personalizados para clientes em múltiplos mercados”.

Mas, o que seria isso? Como micróbios são fabricados e como eles podem ser domesticados para que atendam nossas necessidades. Agapakis, responde:

“O que fazemos é desenvolver o DNA. O DNA é o código da célula, que diz o que você precisa fazer. Assim, podemos projetar novos comportamentos para as células, colhendo DNA e genes de outros organismos e colocando-os dentro das bactérias”.

Os defensores dessas novas tecnologias acreditam que elas terão aplicações em vários campos: da agricultura, medicina, bélica, energias renováveis e até produção alimentícia.

Então, basicamente, temos apenas que imitar a biologia e, posteriormente, superar suas limitações. Os profissionais responsáveis por este ramo da ciência, passam a observar e estudar a biosfera até modificá-la para nossos próprios interesses.

Mas, é claro, tal atividade desperta algumas suspeitas e tem certas conotações éticas, algo que não é novo em um ramo da ciência. Segundo a Forbes, centenas de milhões de dólares de diferentes investidores estão sendo dedicados a empresas como a Ginkgo Bioworks. Um capital que crescerá nos próximos anos até tornar a biotecnologia a grande indústria do futuro.

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