Um projeto de pesquisa realizado em conjunto entre a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) gerou um protótipo funcional de uma colher adaptada para pessoas com dificuldades motoras decorrentes de limitações ocasionadas por doenças como, por exemplo, o Parkinson.

Com o protótipo já em fase de testes, ainda deverá ser feito um trabalho de avaliação conjunto entre as duas instituições para os ajustes finais do produto. A perspectiva de lançamento comercial é para o final de 2017 e o preço deve ser acessível aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O utensílio obtido pode ser utilizado sem restrições por pessoas que tenham graus iniciais da doença de Parkinson ou acometidas de outras doenças e acidentes que geram dificuldades neuromotoras, as quais dificultam a ‘pega’ no cabo de uma colher comum. “O dispositivo projetado possui, no cabo para acomodação da mão, quatro compartimentos nos quais é possível inserir água para alterar o peso, melhorar a estabilidade da preensão [capacidade de agarrar] e, assim, dar mais autonomia ao usuário durante o processo de alimentação”, explica a professora do Departamento de Engenharia Mecânica (SEM) da EESC, Zilda de Castro Silveira.

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