Uma empresa de Hong Kong chamada Hanston Robotics criou um robô (android) chamado Sofia. A definição desse robô, na teoria, é que ele sente e pensa. Já na prática ele é considerado um robô social criado para interagir com as pessoas através de sua inteligência artificial.

Ele tem um sistema avançado, provavelmente deep learning, que aprende conforme ele vai conversando, e através de suas redes neurais construídas e computadorizadas, ele vai aprendendo sozinho. Por fim ele consegue se comunicar e interagir com as pessoas.

Apesar do meu foco ser tecnologias do futuro, esse não é o de hoje. Considero esse caso no mínimo estranho. Por que o governo da Arábia Saudita gostaria de usar um robô de Hong Kong para dar a ele o título de cidadão da Arábia Saudita?

60 lições que aprendi em Harvard e MIT que mudarão a sua história!

Essa cidadania foi revelada em um grande evento de investidores voltados para tecnologia, portanto acredito que ela tem algumas vertentes que vão muito além de um evento que dá cidadania à Sofia e somente isso.

Vamos entender o que está por trás disso:

1) Busca por investidores.
2) Gigantesca estratégia de marketing muito bem pensada: imaginem o primeiro robô do mundo a receber uma cidadania. Com certeza terá muita repercussão. O mundo inteiro estará falando sobre isso. Ainda não falaram no Brasil, mas em breve a notícia se espalhará e poderemos ver diversas pessoas lançando vídeos e fazendo marketing sobre o assunto.

3) O vínculo político que todo esse cenário trás que nesse caso é simples de desvendar: a Arábia Saudita deu cidadania pro robô, pois quer ser conhecida como um país do futuro, tecnológico, que investe em novas tecnologias além de trazer diversos investimentos no mundo.

Saiba mais pelo vídeo abaixo:

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