O curso é inédito no Brasil, Engenharia da Complexidade é a proposta da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo, para formar o engenheiro do futuro: o profissional será capaz de propor soluções em ambientes de alta complexidade. Detalhes foram apresentados em colóquio na Poli.

Com metodologia de ensino e/ou aprendizagem por projetos, o curso irá de encontro à prática corrente da ciência e também da engenharia de enxergar sistemas e suas partes de maneira separada. A ideia é que ofertada turmas anuais no campus da cidade de Santos, com duração de 5 anos, mas não há previsão para seu início.

Um dos exemplos dados para ilustrar a ação do Engenheiro de Complexidade foi a construção de um túnel ou de um viaduto em que fosse levado em conta o impacto da obra de maneira ampla: seja na economia, no ambiente urbano e população propriamente dita.

A palavra chave da Engenharia de Complexidade é integração de conhecimentos de outras áreas da engenharia para oferecer soluções de deem resultados dos mais diversos aspectos de um determinado problema.

Nova proposta vem para somar conhecimentos

Sua proposta não é substituir outras habilitações em Engenharia e, sim, somar. De acordo com o professor Laerte Idal Sznelwar, do departamento de Engenharia de Produção da Poli, coordenador do grupo de trabalho que está estruturando a nova proposta.

Mesmo sendo novidade no Brasil, Engenharia da Complexidade já é tema de pesquisa em universidades pelo mundo como a de Calgary, no Canadá; Imperial College e Oxford, no Reino Unido;  Sidney, na(Austrália;  Stanford e o MIT nos Estados Unidos.

Mas é no Japão que o tema, que o professor de engenharia naval, Bernardo Luis Rodrigues de Andrade, disse durante o colóquio, que o tema ganha mais destaque já que na Universidade de Tóquio, no Japão; há um departamento de Ciência e Engenharia da Complexidade. Ainda de na opinião do professor, o Brasil está atrasado no assunto.

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