Um grupo de direitos digitais, Fight for the Future, criou uma ferramenta que ajuda os viajantes a evitar voos com companhias aéreas que usam reconhecimento facial não regulamentado no embarque.

AirlinePrivacy.com ajuda os passageiros a reservar voos onde eles sabem que não terão um exame facial feito e armazenado em um banco de dados. Isso ocorre em meio a um crescente desconforto com as práticas das companhias aéreas no uso de dados pessoais.

Uma realidade distópica se torna realidade?

O grupo diz que a captura e armazenamento de dados biométricos nos portões de embarque é uma realidade distópica em que vivemos. Os métodos de exclusão geralmente não são claros e podem deixar os que optam por sair de uma lista de observação, afirmam eles.

A quantidade de tempo que seu rosto é mantido no registro também é um mistério. No entanto, o que se sabe é que as companhias aéreas às vezes passam esses dados para agências federais.

Além disso, a tecnologia mostrou-se ineficiente e imprecisa. Um estudo do MIT mostrou que o software de reconhecimento facial refletia preconceitos inerentes a gênero e raça. Na verdade, São Francisco foi tão longe quanto proibir completamente.

O site AirlinePrivacy.com permite reservas com companhias aéreas que decidiram não implementar o reconhecimento facial no momento do embarque. 

O reconhecimento facial não é obrigatório por lei. Apesar disso, algumas companhias aéreas, como a American Airlines, British Airways e Lufthansa optam por tê-lo no embarque – e não são completamente transparentes com a forma como usam os dados.

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