Até o final do século os oceanos poderão sofrer alterações graves, com temperaturas mais altas, água mais ácida, menos oxigênio e condições alteradas de produção de recursos.

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A região de geleiras, como o Ártico por exemplo, estão derretendo a um ritmo nunca antes registado e, em consequência, o nível dos oceanos está elevando pondo em causa a vida de mais de milhões de pessoas, advertem os cientistas no documento.

O IPCC estabelece que “o oceano e a criosfera acolhem habitats únicos e estão ligados a outros componentes do sistema climático através de trocas globais de água, energia e carbono”.

A verdade é que cerca de “670 milhões de pessoas nas regiões de alta montanha e 680 milhões de pessoas nas zonas costeiras mais baixas dependem diretamente destes sistemas”. Por exemplo, pelo menos “4 milhões de pessoas vivem permanentemente na região do Ártico” e serão afetadas com o degelo e a subida do nível do mar.

Este relatório destaca, ainda, os benefícios de uma adaptação “ambiciosa e eficaz para o desenvolvimento sustentável” e os “custos e riscos crescentes de uma ação adiada”.

A temperatura global já “atingiu 1.ºC acima do nível pré-industrial”, alertam os cientistas. Este aquecimento global deve-se às “emissões passadas e atuais de gases de efeito de estufa” e já há provas “esmagadoras de que isso pode provocar profundas consequências para os ecossistemas e as pessoas”.

Desde 1970 os oceanos estão absorvendo “mais de 90% do calor em excesso no sistema climático”, com ondas de calor marinho duas vezes mais frequentes desde 1982.

“Ao absorver mais dióxido de carbono, o oceano sofreu um aumento da acidez à superfície”, diz os cientistas.

O problema é que com o degelo e a diminuição permanente das massas geladas ameaça libertar ainda mais dióxido de carbono e, assim, acelerar ainda mais esta devastação dos oceanos e da criosfera.

Na Antártida, as perdas de gelo “triplicaram no período entre 2007 e 2016 em relação ao período 1997-2006”, o relatório concluí com “confiança alta” que “a causa dominante da subida do nível médio do mar desde 1970 tem origem humana”.

Os cientistas prevêem que a subida do nível dos oceanos atinja 15 milímetros por ano em 2100.

A redução urgente das emissões de gases de efeito estufa pode limitar e desacelerar as mudanças nos oceanos e na criosfera, assim como possivelmente preservar os ecossistemas e os meios de subsistência que dependem dos oceanos.

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