Pois é, “prever” o futuro é impossível, como já vimos… Ainda não desenvolvemos uma máquina do tempo! Mas procurar ver o que vem por aí, prospectar o futuro com ferramentas apropriadas, é possível e muito importante.

Por quê? Segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a Prospectiva constitui-se em exercer:

“Tentativas sistemáticas para observar em longo prazo o futuro da ciência, da tecnologia, da economia e da sociedade com o propósito de identificar as tecnologias emergentes que provavelmente produzam maiores benefícios econômicos e sociais”.

Ação importante, não? A ideia é observar e tentar achar o que pode estar vindo por aí, para caminhar na direção que pode mostrar-se mais segura…

Aliás, segundo Maurice Blondel, “O futuro não é previsto. Ele é preparado”.

Aí, temos quatro atitudes a assumir perante o futuro, segundo o belo trabalho de Marília de Souza, do Observatório de Prospecção e Difusão de Tecnologia do SENAI Paraná, citando Hasan Ozbehhan:

“Avestruz – atitude passiva, que se submete à mudança;

Bombeiro – atitude reativa, que espera que o fogo seja declarado para combatê-lo;

 Segurador – pré-ativo, que se prepara para mudanças previsíveis, pois sabe que o conserto sai mais caro que a que a prevenção;

Conspirador – proativo ativo, que age para provocar as mudanças desejadas”.

E aí, que atitude você está tomando em relação aos possíveis futuros que está prospectando ou percebendo? Refletir seriamente sobre isto é muito importante para a sua carreira!

Uma dica: sobre o que pode vir por aí, com grande profundidade e com base nas modernas tecnologias, pode ser visto em: ”Homo Deus: uma breve história do amanhã”, de Yuval Noah Harari (Companhia das Letras – 2016).  É uma fascinante prospectiva, podem estar certos!

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos! xD

Deixe-nos a sua opinião aqui nos comentários.

Compartilhe:
Publicação anteriorUm novo metal líquido poderia ser a chave para entendermos o campo magnético da Terra
Próxima publicaçãoEste papel pode ser impresso com luz e reutilizado 80 vezes
É graduado em Engenharia Elétrica (Instituto Nacional de Telecomunicações – INATEL), e pós-graduado em Docência do Ensino Superior em Educação. Foi professor, desde 1964, em diversos cursos técnicos, de engenharia, e de extensão, em diversas áreas técnicas, bem como em empreendedorismo e inovação. Também criou e coordenou diversas atividades ligadas ao desenvolvimento do empreendedorismo, no Inatel. Atualmente participa de programas de extensão e pesquisa ligados ao empreendedorismo, criatividade e inovação.